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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Food Revolution Day

Mobilização mundial no dia 17 de maio convida a refletir sobre hábitos alimentares e valorizar comida saudável e educação alimentar



Um dia de reflexão e mobilização mundial em prol da comida saudável, da educação alimentar e do desenvolvimento de habilidades para cozinhar. Essa é a proposta do Food Revolution Day, programado para amanhã, sexta-feira, 17 de maio. A iniciativa, liderada pela Fundação Jamie Oliver, tem por diretriz o slogan “Cozinhe, Compartilhe e Vivencie” e propõe a realização de atividades em casas, escolas, locais de trabalho e comunidades de todo o mundo em defesa da boa alimentação e do hábito de cozinhar.

O Alana realizará uma exibição pública do documentário “Muito Além do Peso?”, da cineasta Estela Renner, que trata sobre a obesidade infantil no Brasil e que nós da Etec Carapicuíba assistiremos aqui pelo Brazucah em setembro!

O site do Instituto Akatu ainda dá outras dicas de como participar, atais como promover atividades relacionadas ao tema – o site, perfis e comunidades do Food Revolution Day por todo o mundo trazem uma série de sugestões e orientações, além de abrir espaço para divulgar a programação de atividades. Ou então você pode simplesmente participar dos eventos. Clique aqui para acessar o mapa das atividades e conferir o que está acontecendo por ai.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Pense antes de jogar fora

Folheto dá dicas de atitudes relacionadas aos hábitos de consumo que ajudam a poupar os recursos naturais, gerar menos resíduos e minimizar seu impacto sobre o meio ambiente


No Brasil, cada habitante gera em média 1,1 kg de resíduos por dia. O que fazer com ele? Pensando em conscientizar a população, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) elaborou um folheto chamando a atenção para o princípio dos 3Rs (reduzir, reutilizar e reciclar). Trata-se de um conjunto de atitudes relacionadas aos hábitos de consumo que ajudam a poupar os recursos naturais, gerar menos resíduos e minimizar seu impacto sobre o meio ambiente, além de promover a geração de trabalho e renda.

Para atingir esses objetivos, bastam atitudes simples que podem ser adotadas no dia-a-dia da população. Adquirir sempre produtos mais duráveis, por exemplo, procurar aqueles que utilizem menos embalagens, evitar sacos plásticos, comprar o suficiente para o consumo, aproveitar tudo o que puder dos alimentos, colocar no prato só o que for comer, além de reformar e conservar objetos.

“Foi um trabalho de equipe.Tentamos resumir ao máximo o número de informações que iríamos disponibilizar naquela pequena publicação. Fomos desde a rota do lixo até a coleta seletiva”, afirma o gerente do Departamento de Ambiente Urbano do MMA, Saburo Takahashi. Segundo o folheto, os 3Rs também são objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS, previsto na Lei 12.305/2010), que prevê a extinção dos lixões até 2014.

De acordo com a PNRS, a reutilização é o aproveitamento de resíduos sólidos antes da sua transformação biológica, física ou físico-química. Isso significa utilizar frente e verso do papel, usar cartuchos de impressora recarregáveis, reaproveitar vidros de geleia, maionese e outros alimentos, doar materiais como roupas e objetos para instituições. E, por fim, a reciclagem, que trata do processo de transformação dos resíduos sólidos em insumos e novos produtos.

Para se ter uma ideia, no Brasil, 13% dos resíduos sólidos urbanos passam pelos processos de reciclagem, inclusive por compostagem. Atualmente são reciclados papel de escritório (28%); papel ondulado (70%); plásticos (19%); latas de alumínio (98%); latas de aço (49%); vidro (47%); pneus (92%); embalagens longa vida (25%); resíduo sólido orgânico urbano (4% por compostagem) e garrafas PET (56%).

Clique aqui para ler a noticia completa, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).


Precisa mesmo de tanta embalagem?


Às vezes, um produto está tão embalado que você mal consegue ver o que tem dentro.
Sejam embalagens de plástico, isopor ou até papel, o excesso delas se converte rapidamente em um monte de resíduos que, quase sempre, não podem ser reutilizados.
Por isso, prefira sempre produtos que tenham apenas as embalagens necessárias para sua conservação. Assim você não só gera menos resíduos como ajuda a incentivar a indústria a preservar os recursos aplicados na fabricação de algo que será descartado de imediato.

Confira aqui algumas dicas para reduzir o consumo de embalagens desnecessárias.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Que tal um piquenique?!


Neste outono, que tal aproveitar para reunir os colegas e amigos num Piquenique Sustentável?!
Essa é a dica da semana do Instituto Akatu. É uma ótima oportunidade de aproveitar os espaços públicos como o parque Gabriel Chucre nosso vizinho e pensar sobre consumo consciente de alimentos, qualidade de vida, bem-estar e o verdadeiro sentido das celebrações.
Só não vale cabular aula.
Você pode comemorar o seu aniversário, reunir colegas para realizar trabalhos ou convidar os amigos para jogar e se divertir no fim de semana com um piquenique.
Aproveite e baixe Guia para um Piquenique Sustentável do Instituto Akatu
Confira dicas sobre consumo consciente de alimentos

sexta-feira, 22 de março de 2013

Você sabia que 2013 é o Ano Internacional para a Cooperação pela Água?

Dia Mundial da Água (22/3) deste ano pede mais atenção das nações e das pessoas para preservação e o cuidado com esse recurso natural



Em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas indicou 2013 como o Ano Internacional para a Cooperação pela Água. O objetivo é incentivar países a prevenirem e solucionarem potenciais conflitos decorrentes da gestão compartilhada de recursos hídricos e promover a cooperação em todos os níveis. Isso faz com que o Dia Mundial da Água, celebrado em 22/03, seja muito especial, especialmente frente aos problemas relacionados à água causados pelo atual modelo de produção e consumo.

Será que isso tem a ver também com cada indivíduo?

Cooperação é a palavra central desta discussão. Para atingir o bem-estar de toda a sociedade é necessário que se construa um caminho que valorize a cooperação mais do que a competição nos itens relacionados à sustentabilidade. A razão básica para isso é o fato do movimento de sustentabilidade ser recente e o problema da insustentabilidade ter uma enorme urgência. Em algo novo para a sociedade, que deve mudar significativamente a forma de fazer as coisas, como é o caso da sustentabilidade, quanto mais se puder cooperar mais rapidamente serão identificadas e disseminadas soluções que ajudarão a caminhar na direção desejada.

Enquanto no cenário político internacional o termo cooperação pela água está relacionado à gestão do recurso dentro de uma cultura de paz, para o indivíduo significa reconhecer o impacto que seus atos de consumo podem ter sobre a sociedade e o planeta e rever seus hábitos levando em consideração o bem-estar coletivo. É também tomar consciência de que pequenas mudanças em hábitos de consumo (ainda que promovidas por um pequeno grupo de pessoas), quando consolidadas e mantidas por um longo período de tempo, causam muito impacto. Ou seja: cooperar, para o indivíduo, é investir nessas pequenas mudanças, apostar na transformação que elas podem causar quando somadas às de outras pessoas, e mobilizar os amigos e familiares a adotar as mesmas mudanças em seus hábitos de consumo.

E cada indivíduo contribui quando:

• Economiza água nas atividades domésticas;
• Opta por produtos que usam menos água em toda cadeia produtiva;
• Incentiva a indústria e, sobretudo, a agropecuária a inovar para a redução do uso de água, para o desperdício zero e para a não poluição;
• Demanda de governos e empresas fornecedoras de água que reduzam as chamadas perdas na rede;
• Incentiva amigos e familiares a também contribuir na mesma direção.


O Akatu preparou alguns cálculos e dicas que podem ajudar você a visualizar o quanto de água é possível poupar a partir de algumas escolhas cotidianas de consumo, podendo ajudar também no processo de mobilizar outras pessoas a fazer o mesmo. Assim você pode desde já entrar no clima de cooperação pela água!

1. Consumo de carne e água virtual
Consideradas todas as etapas da cadeia produtiva envolvidas na produção de apenas um quilo de carne bovina, são necessários 15,5 mil litros de água até o produto chegar ao consumidor final. É isso mesmo: 15.500 litros de água gastos para produzir apenas um quilo de carne!

Cada brasileiro, segundo o IBGE, consome em média 17 kg de carne bovina por ano. Portanto, se uma pessoa for educada, desde criança, a consumir metade da carne que consome o brasileiro médio, a água economizada pela redução do volume de carne que deixará de ser produzido, no período de vida dessa pessoa (73,5 anos), encheria quase quatro piscinas olímpicas. Isso para apenas uma pessoa!

2. Pequenas economias diárias de água vão poupar duas piscinas olímpicas
Uma família de três pessoas, que reduza em apenas sete minutos o consumo diário de água para qualquer finalidade, vai economizar ao longo da vida (73,5 anos) dessa família o equivalente a duas piscinas olímpicas.

3. Feche a torneira para escovar os dentes e economize um dia e meio das Cataratas do Iguaçu
Se todos os moradores do Brasil fecharem a torneira ao escovar os dentes durante um único mês, a água economizada equivalerá a um dia e meio do volume de água que cai pelas Cataratas do Iguaçu!

4. Não use a mangueira para “varrer” o quintal e a calçada
Usar a mangueira para “varrer” a calçada é um hábito comum nas cidades brasileiras. Se uma pessoa lava a calçada uma vez por semana, gasta quase 15 mil litros de água por ano nesta atividade. Ao longo da vida (73,5 anos), a quantidade de água gasta será equivalente a quase meia piscina olímpica cheia de água desperdiçada “varrendo” calçada. Demais, não? É bom lembrar que, para manter a calçada limpa, é suficiente varrê-la com vassoura, sem necessidade de molhá-la. Se houver a necessidade de molhá-la, basta usar a água de um balde (de preferência com a água usada da lavagem de roupa, por exemplo).

5. Reduza cinco minutos de água corrente no seu banho e abasteça Salvador
Se apenas duas pessoas em cada casa da Região Metropolitana de São Paulo reduzirem em cinco minutos o tempo de chuveiro aberto no banho (por exemplo, reduzindo o tempo de banho de 15 para 10 minutos), em apenas 27 dias, será economizado o suficiente para abastecer de água por um mês uma população de 2,9 milhões de habitantes – mais do que Salvador, que tem 2,7 milhões de moradores.

Conheça a campanha da ONU para marcar o Ano Internacional de Cooperação pela Água

Fonte: Instituto Akatu pelo Consumo Consciente

por Equipe Akatu
18 mar 2013

quarta-feira, 13 de março de 2013

Brasileiro associa felicidade mais a bem-estar do que a posse de bens, indica pesquisa do Akatu

“Para você, o que é felicidade?” Essa foi uma das perguntas que o Instituto Akatu fez a 800 brasileiros de todas as regiões do país no final de 2012. Os resultados da pesquisa mostram que os entrevistados – independentemente de fatores como classe social ou faixa etária – associam sua felicidade muito mais ao bem-estar físico e emocional e à convivência social do que aos aspectos financeiros e à posse de bens. A divulgação desses dados nesta semana marca o Dia Mundial do Consumidor e o aniversário de 12 anos do Akatu, ambos celebrados em 15 de março.

Quando questionados sobre o que consideram ser felicidade, dois terços dos entrevistados indicaram que estar saudável e/ou ter sua família saudável é um fator essencial de felicidade. Para 60% do público que respondeu à pesquisa, conviver bem com a família e os amigos também os aproxima mais da felicidade. Apenas três em cada dez brasileiros indicaram a tranquilidade financeira em suas respostas.


“Segundo a nossa pesquisa, para os brasileiros, ir ao encontro da felicidade hoje não é aumentar o consumo, mas trabalhar pela saúde e prover condições para o verdadeiro bem-viver, com suficiência material e tempo para desfrutar a vida em companhia dos amigos e familiares, num ambiente seguro e acolhedor”, analisa Helio Mattar, diretor-presidente do Akatu.


DESEJOS SUSTENTÁVEIS

A tendência de valorizar o bem-estar se confirmou quando os entrevistados foram convidados a priorizar seus desejos. O resultado mostra que, coerentemente com sua visão sobre felicidade, os brasileiros são fortemente atraídos pelo caminho da sustentabilidade. Em cinco dos oito temas propostos (afetividade, alimentos, água, mobilidade, durabilidade, energia, resíduos e saúde), os entrevistados preferiram as alternativas mais ligadas ao caminho da sustentabilidade do que as ligadas ao do consumismo.


O tema afetividade destaca-se como o que tem maior diferença entre os que preferem o cenário mais sustentável (passar tempo com as pessoas – com índice de prioridade de 8,3 em uma escala de 0 a 10) ao invés do consumista (comprar presentes – índice de 2,6), o que leva a uma reflexão sobre os hábitos relacionados às compras de presentes de qualquer natureza.


Em seguida, outros três temas (alimento, água e mobilidade) são os que contam com uma preferência bem maior para os cenários do caminho sustentável, com a qualidade de vida (expressa por alimentos saudáveis, uso racional da água e boa mobilidade) sendo bem mais valorizada do que o modo consumista tradicional (expresso por alimentos práticos, uso irresponsável da água e ter carro próprio).


Merecem destaque as escolhas relacionadas à mobilidade: se deslocar pela cidade com rapidez, segurança, conforto e flexibilidade alcançou um índice de 7,9, enquanto ter carro próprio obteve apenas 4,9 em um escala de 0 a 10. Até mesmo para quem não usa um carro próprio em seu cotidiano (82% dos entrevistados), a preferência é fortemente em favor da mobilidade (7,7).








O aspecto específico da durabilidade também mostra uma tendência favorável ao caminho da sustentabilidade, na contramão da obsolescência planejada e da descartabilidade: os respondentes demonstraram um interesse proporcionalmente bem maior por produtos que durem bastante e que possam ser atualizados do que por produtos baratos e substituíveis.


Nos temas energia e resíduos há um virtual empate entre as respostas associadas ao modelo consumista em vigor e as propostas sustentáveis para o mesmo tema. Apenas na questão relacionada à saúde, em que as opções eram ter um bom plano de saúde ou ter um estilo de vida mais saudável, houve prevalência da alternativa mais relacionada ao consumo. “A resposta parece revelar não uma preferência pelo modelo consumista, mas sim uma preocupação com a precariedade do sistema de saúde. E, mais ainda, uma atitude que prioriza a segurança, pois a garantia de assistência médica em caso de necessidade vai ao encontro da primeira prioridade dos brasileiros quando pensam em sua felicidade: ter saúde”, explica Mattar.


Em todas as classes sociais se verifica maior aspiração pelo caminho sustentável do que pelo caminho atual, da sociedade de consumo. Nesta tendência, um exemplo de destaque: quando solicitados para priorizar entre “ter tempo para estar com quem gosta” e “comprar presentes”, os entrevistados de todas as classes sociais mostram preferência bem maior pela primeira opção, a mais sustentável. “Possivelmente pela carência de acesso a bens e serviços básicos, as classes mais baixas mostram aspiração pelas soluções oferecidas pela sociedade de consumo em alguns tópicos, mas, ainda assim, as opções sustentáveis prevalecem em suas escolhas de longo prazo”, comenta Aron Belinky, coordenador técnico da pesquisa.




Saber que o potencial de adesão ao consumo consciente já se expressa nos desejos dos consumidores indica um descompasso entre o que a sociedade quer o que se oferece a ela. “Quanto tempo mais será necessário para que as empresas e o Poder Público reconheçam essa situação e busquem atender a essas demandas da sociedade, em vez de incentivar um modelo insustentável e esgotado do consumo pelo consumo em si e não como instrumento de bem-estar?”, questiona Mattar. A resposta a essa pergunta determinará o nosso futuro.



SOBRE A PESQUISA

Os dados sobre felicidade e desejos dos brasileiros são parte de uma pesquisa realizada periodicamente pelo Instituto Akatu sobre a percepção do brasileiro em relação ao seu consumo, à sustentabilidade e à responsabilidade social das empresas. O relatório completo da pesquisa será divulgado em maio.


por Equipe Akatu

13 mar 2013

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Uma boa ideia para desenvolvermos aqui. Quem topa?


Material escolar: feiras de usados promovem consumo consciente

Como pais, alunos e professores se envolvem com práticas de doação e troca, economizam na conta e ainda contribuem para um futuro sustentável
Janeiro é época de iniciar a compra do material escolar contido nas listas enviadas pelas escolas para o início do ano letivo. Pesquisar os melhores preços, fazer compras de grande volume em conjunto com os pais de outros alunos, reutilizar materiais do ano anterior, ou trocar materiais com os pais de outros alunos já são práticas comuns. Trocar, doar e passar para frente itens usados como livros, objetos de papelaria em bom estado e uniformes são soluções cada vez mais utilizadas para diminuir gastos. Ao mesmo tempo, essas atitudes também contribuem para reduzir o impacto ambiental negativo sobre os recursos naturais utilizados na fabricação de novos materiais a cada ano.

Algumas escolas têm facilitado o acesso a materiais usados, promovendo, por exemplo, feiras de livros. O Colégio Ítaca, em São Paulo, é um dos que promove feiras de livros, como conta a bibliotecária e idealizadora do projeto, Marta Regina Mingardi. “Ninguém gosta de jogar fora um livro, que é algo de tanto valor. O melhor é encaminhar para doação”, afirma.  O projeto, que recebe livros didáticos e paradidáticos e os disponibiliza gratuitamente na feira, é uma ideia que tem atraído cada vez mais a comunidade escolar. “A feira acontece paralelamente à venda de livros novos. Muitos pais passam primeiro na feira de trocas, para depois complementarem com itens novos o que ficou faltando da lista”, indica Marta Regina. Mães do colégio, como Daniella Sparvieri, aprovam a ação. “Se um livro não vai mais ser usado, não tem porque mantê-lo, em casa”, ressalta a mãe de dois alunos que, preocupada com o desperdício de materiais, também procura conservar o material da melhor maneira possível. “Eu conservo os livros, encapo, restauro. Um caderno que não terminou, por exemplo, podemos usar no ano seguinte”, ensina Daniela.

Para Vilma Martins, da Organização dos Pais da Escola Nossa Senhora das Graças (conhecido como Gracinha) e coordenadora do projeto “Livro Livre”, “cuidado com os filhos não significa sempre dar algo novo. O cuidado passa pela preservação do que já temos”. A feira (foto) promovida na escola proporciona doação e troca de livros usados desde 2010 e, segundo sua coordenadora,” catalisa uma mudança na cultura da necessidade do novo”. Mãe de ex-alunos do colégio, Vilma conta que em 2012 foi feito um levantamento sobre a economia dos pais na compra de material didático após a adesão à feira. “Percebemos que os pais chegavam a economizar em média R$ 350,00 na compra de livros”, alerta.

Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, reforça a importância desse tipo de ação das escolas e o envolvimento dos pais nas práticas mais conscientes de consumo. “Imagine que a cada ano, milhares de alunos compram materiais novos para as aulas, enquanto outros descartam ou acumulam itens que não têm mais uso, ou que ficaram esquecidos em casa. Promover a troca e doação destes materiais é uma solução por meio da qual todos são beneficiados: alguns têm as necessidades básicas de material escolar atendidas sem pesar no orçamento, enquanto que outros dão melhor destino para itens que poderiam ser desperdiçados, acumulados ou jogados fora sem necessidade”, ressalta Mattar.

Na Escola Stagium, em Diadema (SP), a recomendação sobre o reaproveitamento dos materiais é feita na circular. “Pedimos por escrito que os pais aproveitem o material e façam a reposição somente do necessário. Também trabalhamos a conscientização nas crianças, que são o canal para a mudança”, conta Greice Urtado Ilha, coordenadora pedagógica do colégio.

Incentivo que veio dos pais
No Colégio Franciscano Nossa Senhora Aparecida (também conhecido como Consa), as feiras de trocas de livros são realizadas desde 2008 e contam, em média, com a participação de mais de cem famílias por evento. A troca de livros já era realizada informalmente entre alguns pais antes da criação da feira. Como conta Ana Carlota Niero Pecorari, orientadora educacional e coordenadora de Segmento do Ensino Médio do Consa, a escola investiu na criação da feira para ajudar os pais e incentivar a prática de consumo consciente.

Para o Akatu, trocar, doar e compartilhar são formas de promover o consumo consciente e a sustentabilidade, além de contribuir para que pais, alunos e professores reflitam sobre o consumo, cidadania, desperdício, utilização de recursos naturais, lixo e meio ambiente.

Matéria publicada no site do Instituto Akatu em 24 de janeiro de 2013 para acessar o material original clique aqui.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Segunda Sem Carne

 
Saiba mais sobre os impactos ambientais clicando na imagem.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Consuma energia de maneira inteligente

Consumo Mais Inteligente é projeto realizado pela AES Eletropaulo em parceria com a ANEEL, voltada para a eficiência energética.

Com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços prestados à população e modernização dos sitemas e instalações do setor público, conta ainda com o Programa de Transformação de Consumidores em Clientes, que visa regularizar instalações elétricas, trocando aparelhos em mau estado e reeducando a população sobre o uso adequado de energia.

Cabe ressaltar que outras prestadoras de serviço trabalham com ações que visam um consumo mais racionalizado que pode e muito diminuir as contas no final do mês. Seu bolso e o meio ambiente agradecem.

Confira aqui algumas dicas importante e faça uma simulação do seu consumo.

Agora o que você tem feito em casa e principalmente na nossa escola? Fique esperto a conta de luz da escola também sai do seu bolso.